Regulamento Desportivo Supermoto

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Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:23

Fonte: www.fnm.pt

Campeonato Nacional OPEN de Supermoto - 2009

1. DEFINIÇÃO
Supermoto é a modalidade de motociclismo desportivo que se disputa em circuito fechado, de piso misto, alcatrão e terra (natural ou artificial).

2. RECONHECIMENTO DA AUTORIDADE
2.1. Toda a pessoa, clube organizador ou participante que tome parte a qualquer título numa manifestação pontuável para o Campeonato Nacional de Supermoto deve conhecer o presente regulamento e seus anexos e submeter-se sem reservas a todas as prescrições e consequências delas resultantes.
2.2. Os concorrentes, os pilotos assim como os elementos das suas equipas, pelo simples facto de se inscreverem, aceitam renunciar a qualquer tipo de indemnização em caso de acidente, bem como ilibam de toda a responsabilidade a FMP, o clube organizador e seus representantes em caso de acidente, renunciando igualmente a formular qualquer reclamação contra estes.

3. CLASSES
O Campeonato Nacional de Supermoto é aberto a todos os Motociclos de 50cc até 1.000cc.

4. PARTICIPAÇÃO
São admitidos os pilotos detentores de qualquer Licença Desportiva emitida pela FMP.
Cada piloto poderá apresentar dois veículos às Verificações Técnicas. Qualquer dos veículos só poderá ser utilizados pelo piloto que os inscreveu.
No caso de dois (ou mais) pilotos inscritos pela mesma Equipe ou Concorrente, eles poderão inscrever um terceiro veículo que poderá ser utilizado pelos pilotos inscritos nessa equipe. Não será permitida a utilização do veículo verificado por um piloto por outro, mesmo que da mesma equipe.
Nestes casos, a Ficha de Inscrição deverá referir essa situação de uma forma explícita. Nas Verificações Documentais, deverão ser entregues as Fichas Técnicas para cada veículo a verificar. As placas de número dos veículos de reserva deverão ter uma letra R, no canto superior. Caso o piloto já se encontre no Pre-parque ou já no decorrer da corrida, não poderá trocar de veículo.
4.1. A atribuição dos números de prova é da responsabilidade da FMP e será feita em função da Classificação do Campeonato Nacional de 2008, até ao 5º lugar. A partir do nº 6 a atribuição será feita por ordem de inscrição na primeira prova do Campeonato Nacional de 2009. Os números de Supermoto são pretos em fundo branco. O formato dos números deverá estar de acordo com o Regulamento de Motocross. O piloto que lidera a classificação da sua categoria terá direito a utilizar o número a branco em fundo vermelho.
4.2. Todos os pilotos que desejem participar numa prova devem preencher correcta e completamente a ficha de inscrição na prova e enviá-la por via correio ou fax para a Secretaria da Federação até 10 antes da realização do evento. Quanto ao montante da inscrição a mesma será paga no acto das Verificações Documentais.
Caso o Piloto se tenha inscrito e não compareça sem motivo justificável, ser-lhe-á cobrada na prova seguinte o valor da inscrição em falta que reverterá para o Clube lesado, acrescido de 25,00 Euros, conforme ponto 4.5 deste Regulamento.
4.3. O valor da inscrição é de 40,00 Euros e só será inteiramente reembolsado se:
- a inscrição for recusada,
- a prova não se realizar.
No caso de a prova ser anulada, durante o seu desenrolar, a inscrição será devolvida se a responsabilidade da sua anulação for imputada ao Clube Organizador. Caso contrário, se a razão da anulação não for imputável ao Clube Organizador, o valor da inscrição não será devolvida.
4.4. O piloto é o único responsável pela sua inscrição bem como por todas as pessoas envolvidas na sua equipa de assistência. Qualquer comportamento ou manobra desleal, incorrecto, fraudulento ou contrário a este Regulamento ou ao Regulamento de Disciplina, realizado pelo piloto ou pelos membros da sua equipa de assistência, será julgado pelo Júri da Prova, que tem poderes para aplicar eventuais penalizações, podendo estas ir até à desclassificação do piloto.
4.5. Penalizações: No caso de um piloto faltar a uma prova para a qual se inscreveu, deverá justificar a sua ausência por carta ou fax para a Secretaria da Federação até 48 horas antes da data da prova, salvaguardando-se casos excepcionais e devidamente justificados no dia seguinte à prova, sob pena de na prova ou provas seguintes ter de pagar ao Delegado da FMP à prova a importância de EUR: 25,00, que reverterá para a organização lesada.
4.6. Verificações Documentais: Serão realizadas verificações documentais (em local e horário indicado no Regulamento Particular), onde deverá estar obrigatoriamente presente o piloto ou um seu representante. Nas Verificações Documentais serão verificados o correcto preenchimento da Ficha de Inscrição (que deverá ser assinada pelo piloto ou por um seu representante), a sua Licença Desportiva e os pagamentos referentes à sua inscrição. Nestas Verificações, serão fornecidos ao piloto, ou ao seu representante, uma Ficha Técnica, um passe de piloto e quatro de assistentes. Destes passes só três têm acesso ao Parque de Trabalho, o do piloto e de dois assistentes.
4.7. Verificações Técnicas: Será realizada uma Verificação Técnica preliminar (em local e horário indicado no Regulamento Particular). Nesta Verificação será controlada a adequação do motociclo às definições do Anexo Técnico.
Na verificação técnica serão obrigatoriamente verificados o capacete e as placas de números de corrida correctamente colocadas no veículo.
O Comissário Técnico do evento poderá realizar uma ou mais verificações intercalares, ao longo do desenrolar do evento, a um ou mais motociclos, bem como no final do evento, quando os motociclos se encontrarem em Parque Fechado.

5. TAXA DE PROVA
Os Clubes Organizadores de provas do Campeonato Nacional de Supermoto têm de pagar à FMP uma taxa de prova cujo valor é definido por decisão da respectiva Assembleia Geral. Esta taxa deve ser liquidada aquando do envio do Regulamento Particular para aprovação pela Comissão de Supermoto da FMP.

6. ANULAÇÃO DE PROVAS
A anulação de uma prova incorre numa taxa no valor duplo da taxa de prova se for feita até 60 dias antes da data prevista ou no valor quádruplo se for feita antes de 60 dias antes da data prevista para a mesma.

7. PERCURSO
7.1. Especificação do Percurso
Um percurso de Supermoto será feito maioritariamente de alcatrão, com um máximo de 30% e um mínimo de 20% de terra. Em casos excepcionais, poderão ser aceites circuitos fora destas especificações, desde que aprovados pela Comissão de Supermoto.
O percurso não deverá ser inferior a 1Km nem superior a 2Km.
A largura no ponto mais estreito não deverá ser inferior a 7mt (largura utilizável). A recta de meta terá uma largura mínima de 10mt e da linha de meta à primeira curva não deverá ter menos de 60mt nem mais de 100mt. O espaço vertical livre entre a pista e todo o obstáculo superior (ponte, árvores, etc.) não deverá ser inferior a 3mt.
Os saltos na zona de alcatrão são proibidos.
Os saltos múltiplos (duplos e triplos) são proibidos. Na zona de terra, a distância entre saltos deverá ser no mínimo de 30mt e a 60mt da próxima parte de alcatrão. Um cuidado especial deverá ser posto no ângulo dos saltos.
7.2. Inspecção de Circuito
O Clube Organizador deverá organizar uma inspecção ao Circuito onde deseja organizar o seu evento, no sentido de obter a sua aprovação pela Comissão de Supermoto da FMP. Esta Inspecção deverá ocorrer numa data nunca inferior a 60 dias da data prevista para a prova.
Para esta Inspecção, o Clube Organizador deverá apresentar uma planta do Circuito (na escala 1/100) com a indicação: das partes de alcatrão e de terra e respectivas medidas; localização do Secretariado, da Segurança Médica, do Parque de Pilotos, Parque de Trabalho e Pré-grelha; instalações sanitários para pilotos e para o público, locais para o publico, serviços de alimentação e outros julgados necessários para a realização da prova.
7.3. Segurança
As zonas de partida, chegada, parque de pilotos bem como todas em volta do percurso onde o público seja admitido deverão ser protegidos por uma barreira. Esta barreira deverá ser suficientemente forte para conter o público.
Uma zona neutra de 2mt de largura mínima deverá ser prevista de cada lado do percurso a fim de assegurar a segurança do público e dos pilotos. Esta zona deve ser delimitada por uma barreira ou obstáculo natural do lado do público e por estacas e manga plástica numa altura nunca superior a 50cm do solo. As estacas deverão ser de madeira ou de outro material flexível.
Todos os obstáculos naturais do percurso deverão ser protegidos por fardos de palha ou outro material que absorva o choque. Todos os fardos de palha utilizados nas zonas de alcatrão deverão ser obrigatoriamente envolvidos em manga plástica.
O percurso deverá estar sempre limpo de pedras e outros detritos, sendo removidos entre as diversas sessões de treinos ou corridas.
Se necessário o percurso de terra deverá ser regado caso as condições atmosféricas assim o exijam.
Todas as partes do percurso que se deteriorem durante as sessões de treino ou corridas deverão ser rectificadas imediatamente após aquelas.
A organização deverá providenciar a manutenção do percurso com uma máquina escavadora para a parte de terra e uma máquina varredora/aspiradora para a parte de alcatrão.
A organização deverá ter disponível um veículo de reboque com condutor, este deverá poder rebocar quer motociclos.
7.4. Segurança Médica
A organização deverá providenciar o seguinte dispositivo mínimo de segurança médica:
- Um Chefe de dos Serviços Médicos (Médico-Chefe) responsável por todo o dispositivo montado, inclusive para o público, inscrito na Ordem dos Médicos, autorizado a praticar e com experiência em emergência médica, reanimação ou suporte avançado de vida e, preferencialmente, com curriculum em desportos motorizados.
- Equipas de socorro apeadas, dispostas ao longo do circuito, compostas no mínimo por dois elementos com formação em socorrismo, técnicas de emergência médica ou tripulação de ambulâncias, em numero e localização suficientes para assegurar uma primeira intervenção rápida, devendo estar equipados com maca, material de primeiros socorros e comunicação via rádio.
- Um veículo tipo C – Ambulância de transporte, com o seguinte equipamento: maca, sistema de alimentação de oxigénio, dispositivos de imobilização de membros e coluna e material de primeiros socorros.
- Um veículo tipo B – Ambulância medicalizada, com o seguinte material: todo o material tipo C, mais material de reanimação para ressuscitação cardio-respiratória – monitor, desfibrilhador laringoscópio, oximetria eventual, tubos endo-traquiais, etc.
- Sistema de comunicações próprio, com acesso ao Director de Prova.
- Plano do Circuito com posicionamento dos meios utilizados e com a indicação das vias de saída, bem identificadas.
- Documento comprovativo do Hospital que der cobertura ao evento, de que está informado sobre o mesmo.
7.5. Parque de trabalho
Um parque de trabalho será delimitado, com espaço suficiente para albergar os pilotos participantes na corrida e respectivos assistentes. Neste parque só é admitida a presença de dois assistentes por piloto.
Este parque deverá ter três entradas, uma com acesso ao Parque de pilotos, outra de saída para pista e uma terceira de entrada vindo da pista. Estes acessos à pista deverão ficar ambos do mesmo lado da linha de meta.
Este parque de trabalho serve para a assistência durante as mangas da corrida. Durante as mangas da corrida, o piloto que entre no Parque de Pilotos é considerado como tendo abandonado a corrida.
7.6.Zona de Partida
As posições na grelha de partida são determinadas pelos resultados dos treinos cronometrados e da Super Pole. A largura mínima é de 1mt entre Motociclos. Os lugares na grelha de partida terão uma distância de 1 m entre cada posição. A posição da pole position é do lado esquerdo, se a primeira curva for para a direita e vice-versa.
O número de participantes admitidos às sessões de treinos e às corridas serão definidos pelo Júri da Prova.
A organização deverá disponibilizar um espaço para apresentação de tempos. Este espaço deverá ser visível por parte dos pilotos e deverá ser suficiente para acomodar dois representantes de cada piloto, desde que devidamente identificados.
7.7. Instalação Sonora
A organização deverá ter um sistema de som, que cubra o Parque de Pilotos e as principais zonas de público, que permita transmitir todas as informações relacionadas com a manifestação.
7.8. Comunicações Rádio
O Clube Organizador deverá disponibilizar um sistema de comunicação rádio que deverá ser utilizado por: Director de Prova; Secretariado; Verificador Técnico; Médico da Prova; Meios de Segurança Médica; todos os Comissários de Pista; Speaker.
7.9. Comissários de Pista
Deverá ser nomeado um chefe de pista (responsável pela manutenção da pista e auxilio ao comissários este deverá estar em contacto com o delegado da FNM).
Os Comissários de Pista deverão ter experiência em provas deste tipo. A idade mínima para os comissários é de 16 anos.
O número mínimo de Comissários de Pista por posto é de dois.
O material que cada posto de Comissários deve ter é:
- um conjunto de bandeiras
- vassouras (para os postos na zona de alcatrão)
- extintores
- pó absorvente (para os postos na zona de alcatrão)
- rádio
- caneta e folhas de relatório.

8. SINAIS OFICIAIS
A sinalização oficial deve ser indicada através de bandeiras (750x600mm) da seguinte forma:
Bandeira Significado
Vermelha, agitada Paragem obrigatória para todos os pilotos em pista.
Preta, com placa de nº O piloto com o nº em questão deve parar na volta a seguir, na zona onde a bandeira lhe é mostrada
Amarela, fixa Perigo, conduzir lentamente*.
Amarela, agitada Perigo, conduzir lentamente, preparar para parar, proibido ultrapassar.
Azul, agitada ** Atenção, vai ser dobrado por um piloto mais rápido. Deve dar passagem
Verde ** Pista livre
Xadrez preto e branco Fim da corrida


*Por razões de segurança, poderão ser efectuadas ultrapassagens, devendo o piloto que ultrapassou retomar o seu lugar até ao próximo posto de Comissários de Pista.
** Estas bandeiras só deverão ser utilizadas estritamente para os fins a que se destinam.

9. CRONOMETRAGEM
Os serviços de cronometragem deverão ser colocados junto à linha de partida/chegada e colocados num nível elevado que permita uma visão limpa do percurso na sua parte antes daquela linha (se possível, ter visão de todo o percurso). O sistema de cronometragem é obrigatoriamente por “transponders”. Ao sistema de cronometragem deverá estar associado um sistema de emissão de vídeo, com a colocação dos respectivos monitores na zona de assistência.

10. PARQUE DE PILOTOS
O parque de pilotos deve ter acesso directo à zona de partida. Deverá estar equipado com instalações sanitárias adequadas e de uma zona de pré-parque (imediatamente antes da zona de partida). O parque de pilotos deverá igualmente estar equipado de material necessário às verificações técnicas, reparações e abastecimentos. Uma pista de ensaios deverá ser disponibilizada.

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Ricardo
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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:23

11. REGULAMENTO PARTICULAR
11.1. O Organizador deverá fornecer aos pilotos inscritos uma cópia do Regulamento Particular que inclua todos os detalhes da manifestação (formato em anexo). O Regulamento Particular deve incluir todas as informações complementares ao Regulamento do CN Supermoto assim como os detalhes específicos da manifestação em causa. Contudo, nenhuma cláusula do Regulamento do CN Supermoto poderá ser revogada pelo Regulamento Particular ou seus aditamentos.
11.2. O Regulamento Particular deve ser aprovado pela Comissão de Supermoto da FMP até 30 dias antes da data da manifestação.
11.3. Após a sua aprovação, só o Júri da Prova poderá autorizar quaisquer alterações.

12. TREINOS
Serão disponibilizadas no mínimo, uma sessão de treinos livres com a duração mínima de 10’ e uma sessão de treinos cronometrados com a duração mínima de 20’, exceptuando os Troféus, que terão nos seus treinos cronometrados a duração mínima de 10’ para as mini-motos e 15’ para as “Séries”.

13. CORRIDAS
As corridas serão realizadas em duas mangas de 15’ cada + 2 voltas, separadas entre si em 45 minutos (mínimo), troféus para os três primeiros classificados na GERAL e medalhas para os restantes.
13.1. Procedimentos de Partida
O Regulamento Particular define os diversos horários relacionados com os procedimentos de partida.
13.1.1. Pré-parque: Só poderão estar presentes no Pré-parque dois elementos de apoio de cada piloto devidamente credenciados. Não é permitido trocar nem fazer qualquer trabalho no veículo no Pré-parque, salvo abastecimento. O Pré-Parque encerra a 10 minutos da hora prevista da hora de Partida.
13.1.2. Partida: A partida é feita a partir de uma grelha de partida definida de acordo com os resultados dos treinos cronometrados. Na grelha de partida só poderão estar dois elementos de apoio por piloto. Não é permitido qualquer trabalho ou reparação dos motociclos na grelha de partida. Antes da partida, todos os pilotos deverão fazer duas voltas de aquecimento e apresentação, após as quais retomarão a sua posição na grelha de partida. A partida é feita com o motor em marcha. A partida será dada após a retirada do comissário de grelha que ostenta a bandeira vermelha para a zona lateral da grelha de partida e um Semáforo (de vermelho para negro).
No decorrer da corrida será apresentado aos pilotos em pista, um painel de contagem de tempo para o final da mesma.
13.1.3. Super-Pole Supermoto – Os pilotos que obtiveram os 4 (ou 3 caso a grelha seja formada por linhas de 3 motos) melhores tempos nas sessões de treinos cronometrados, participam na Super-Pole Supermoto, que define os lugares na grelha de partida das duas mangas do evento.
A Super-Pole Supermoto disputa-se da seguinte forma. Os pilotos partem da zona de meta, um de cada vez, e dão duas voltas ao circuito, sendo o tempo da segunda volta (volta lançada) que definirá o ordenamento da primeira linha da grelha de partida (deixa de serem utilizados os tempos realizados nas sessões de Treinos Cronometrados).
Os pilotos que irão disputar a Super-Pole não voltam ao Parque de Pilotos, mantendo-se à disposição do Director de Prova, junto à zona de meta.
13.2. Falsa partida
É considerada falsa partida quando o veículo ultrapassar a sua posição com o eixo da roda da frente. Todas as falsas partidas serão penalizadas com Stop & Go de 5”. Este será assinalado ao piloto através de uma placa preta em conjunto com o nº de corrida do piloto em causa. A placa e o nº do piloto serão apresentados durante três voltas. Caso o piloto não pare será desclassificado. O Stop & Go será no circuito, junto à zona de meta, em local indicado pelo Director de Prova.
13.3. Parque fechado
Após o final da 2ª manga, os pilotos deverão colocar os seus veículos em parque fechado por um período de 30” após a hora do final da respectiva manga. A recusa desta regra implica a desclassificação imediata do piloto.

14. PARAGEM DE UMA CORRIDA
O Director de Corrida tem o direito de interromper/parar uma corrida, por sua iniciativa, anular uma parte ou toda a manifestação, por razões urgentes de segurança ou outro caso de força maior.
Se uma corrida for interrompida durante a primeira metade da sua duração (metade do tempo sem contar as duas voltas finais), ela será recomeçada. Os pilotos voltam ao parque de pilotos e será dada uma nova partida 30’ após a paragem da corrida. A mudança de motociclos é autorizada. A escolha final deverá ser feita 10’ antes da nova partida.
Os pilotos de reserva podem tomar parte na nova partida caso algum(s) do(s) piloto(s) iniciais esteja impossibilitado de participar ou esteja excluído pelo Director de Prova.
Se uma corrida é interrompida na segunda metade do tempo previsto, ela será considerada terminada. A ordem final de classificação será a da última volta completa antes da apresentação da Bandeira Vermelha.
Qualquer piloto que tenha sido considerado pelo Júri da Prova como responsável pela apresentação da Bandeira Vermelha será classificado na posição atrás dos pilotos com igual ou maior número de voltas.
Uma corrida só pode ser recomeçada uma vez. Se a corrida tiver de ser interrompida uma segunda vez, se ainda não se cumpriu metade do tempo previsto, aquela será considerada nula e inválida para todos os efeitos.

15. AJUDA EXTERIOR
Toda a ajuda exterior no percurso é proibida, salvo a ajuda prestada por um comissário designado pelo Organizador para manter a segurança do percurso e a praticada no Parque de Trabalho.
A sanção por violação deste preceito é a desclassificação.

16. RESULTADOS
O vencedor de uma corrida é o primeiro piloto que leva a bandeira de xadrez. Os restantes pilotos são classificados nas posições a seguir segundo o nº de voltas que percorreram e, para aqueles que percorreram o mesmo nº de voltas, segundo a ordem de passagem pela bandeira de xadrez.
Não será classificado o piloto que:
- não tenha cortado a meta nos 5’ a seguir ao vencedor.
- não tenha completado 75% do total de voltas efectuadas pelo vencedor.
Se os 75% não derem um número inteiro de voltas, ele deverá ser arredondado para o número inteiro seguinte.


A pontuação de cada manga é a seguinte:

Lugar Pontos Lugar Pontos
1º 25 pontos 11º 10 “
2º 22 “ 12º 9 “
3º 20 “ 13º 8 “
4º 18 “ 14º 7 “
5º 16 “ 15º 6 “
6º 15 “ 16º 5 “
7º 14 “ 17º 4 “
8º 13 “ 18º 3 “
9º 12 “ 19º 2 “
10º 11 “ 20º 1 “
A prova só poderá ser pontuável para o CN se o nº de pilotos participantes presentes na prova for superior ou igual a 6. Só será atribuído o título de Campeão Nacional no caso de pontuarem metade das provas do Calendário (considerando o valor inteiro acima do resultado).

As classificações Gerais dos CN de SM habilitam o respectivo piloto a um prémio pecuniário. Os prémios serão atribuídos de acordo com a seguinte tabela:
1º- 200,00 Euros
2º- 150,00 Euros
3º- 100,00 Euros
4º- 75,00 Euros
5º- 50,00 Euros

NOTA:
A Classificação Final do Campeonato será feita a partir da soma das classificações de todas as mangas de corrida menos o pior resultado de uma das mangas.
16.1. No final do Campeonato serão atribuídos Diploma e Troféu ao vencedor de cada um dos Campeonatos. A presença do piloto Campeão na Cerimónia Oficial de Entrega dos Diplomas e Troféus é obrigatória. O piloto que não esteja presente, sem justificar a sua ausência antecipadamente, perderá o direito ao título de Campeão em causa.
16.2. No final do Campeonato serão entregues Diplomas a Construtores bem como a Concorrentes, desde que estes últimos sejam possuidores de Licença de Concorrentes.

17. PROTESTOS, RECLAMAÇÕES E RECURSO
17.1. Protestos sobre veículos
17.1.1. Estando veículos em Parque Fechado podem os pilotos ou seus representantes, se assim o desejarem e até ao final do tempo do Parque Fechado, apresentar ao Director de Prova o protesto sobre um veículo, mediante o pagamento de uma caução de 500 Euros (Quinhentos Euros) por cada área protestada. O protesto só poderá incidir sobre as seguintes áreas da moto: ciclistica e motor.
17.1.2. Ao apresentar o protesto, o veículo desse piloto ou equipa é automaticamente verificado, sem que isso acarrete custos para o mesmo.
17.1.3. Depois de elaborado o protesto proceder-se-á à verificação do protesto efectuada pelo Comissário Técnico e por um membro da equipa protestada, que, obrigatoriamente, deve estar presente para proceder à desmontagem e montagem das áreas da moto sob protesto, bem como de todos os outros pedidos de verificação feitos pelo Comissário Técnico.
17.1.4. Se os resultados da verificação técnica vierem a dar razão ao protestante a caução por ele depositada ser-lhe-á devolvida. Se, caso contrário, a verificação técnica não der razão ao protestante a caução depositada reverte a favor da FMP. Os custos envolvidos na verificação são sempre da responsabilidade do protestante (juntas de cabeça ou outros).
17.2. Reclamações sobre classificações. Depois de publicadas as classificações provisórias e até 30 (trinta) minutos após a hora da sua afixação podem os pilotos ou os concorrentes, se assim o desejarem, apresentar ao Director de Prova a reclamação sobre uma classificação. As reclamações deverão ser apresentadas por escrito e acompanhadas de uma caução de 250,00 Euros que será devolvida, caso a reclamação seja aceite pelo Juri da Prova. Caso contrário, aquele valor reverte para a FMP.
17.3. Recurso. Todo o piloto ou concorrente tem o direito de apresentar recurso sobre as decisões do Júri, tendo para isso que o apresentar por escrito e num prazo de 5 (cinco) dias úteis após a publicação dos resultados oficiais, no secretariado da FMP.

18. CARGOS OFICIAIS
A identificação dos Cargos Oficiais deverá constar do Regulamento Particular.
Os cargos oficiais são:
- Presidente do Júri e Delegado da FMP
- Comissário Desportivo
- Membro do Júri (nomeado pela FMP)
- Director de Prova e Adjuntos
- Chefe de pista
- Comissário Técnico
- Cronometrista
- Médico da Corrida
- Secretário da prova
- Comissários, fiscais de pista, de segurança e todos os outros necessários ao bom desenrolar da manifestação.
Dos Oficiais da Prova, o Presidente do Júri, Comissário Desportivo, Comissário Técnico, Director de Prova e respectivos Adjuntos deverão ser possuidores de Licença FIM/FMP para o cargo em questão e válida para o ano em curso
18.1. Júri da Prova
18.1.1. Constituição
- O Júri é composto por três elementos, com direito a voto: um Presidente e dois Vogais.
- Os Vogais são o Membro do Júri e o Director de Prova ou alguém por ele nomeado.
Poderão assistir às reuniões de Júri, a convite do Presidente, o Comissário Técnico, o Cronometrista, o Médico da Prova, o Delegado de Pilotos, e em geral, todas as pessoas que o Presidente de Júri considere necessárias.
18.1.2. O Júri é entidade máxima na manifestação desportiva, sendo as suas decisões tomadas por maioria simples.
O Júri pode autorizar alterações ao Regulamento Particular desde que se mantenha o estipulado no art.º 12.
O Júri não está autorizado a proceder a alterações nos Regulamentos da FMP.
Deverá ser posta uma sala á disposição do Júri, para que este possa reunir sempre que desejar. A sala deverá ter condições para albergar pelo menos 6 pessoas.

19. PENALIZAÇÕES
Todas as infracções ao presente Regulamento e seus anexos estão sujeitas à aplicação de uma ou mais penalizações a seguir indicadas:
- aviso ou admoestação
- multa
- penalização em tempo, que consiste na atribuição de um acréscimo ao tempo do piloto.
- desclassificação, que consiste na exclusão do piloto do resultado final da manifestação.

20. SEGUROS
20.1. Seguro de responsabilidade civil. Todo o clube organizador obriga-se a contrair um seguro de responsabilidade civil no valor mínimo de 4.800.000,00 € (Quatro Milhões e oitocentos mil Euros).
Este seguro não abrange acidentes entre pilotos e entra em vigor no início de cada sessão de treinos e corrida e termina no final dos mesmos.
20.2. Seguro de acidentes pessoais dos pilotos. Pelo facto de um piloto ser possuidor de uma licença desportiva está ao abrigo de um seguro que cobre acidentes pessoais de acordo com as prescrições do IDP.
20.3. Responsabilidade por danos materiais. Nem a FMP nem os clubes organizadores são responsáveis por quaisquer danos sofridos nos motociclos, acessórios e equipamentos, causados por acidente, incêndio ou outros.
Contudo, os clubes organizadores são responsáveis pelos motociclos e demais veículos que estão sob seu controlo dentro do Parque Fechado.

21. CASOS OMISSOS
Todos os casos omissos neste regulamento, apelos ou dúvidas na sua interpretação são julgados e resolvidos pela Comissão de Supermoto da FMP.

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:24

ANEXO TÉCNICO

1. O equipamento obrigatório é constituído por fato (podendo ser monopeça ou não) e luvas em cabedal, botas de todo-o-terreno, capacete e protecção lombar. Em relação ao capacete, este deverá estar equipado com fecho de argolas (não serão aceites capacetes com fecho rápido)

2. Os pilotos devem apresentar-se às verificações técnicas com o capacete e as placas de nº correctamente colocadas.

3. É proibido o uso de faróis, farolins, piscas e reflectores. Todos os veículos dos quais não possam ser retirados estes elementos, devem ser apresentados às verificações técnicas com protecções de forma a impedir, em caso de quebra, a sua queda para a pista.

4. É aconselhável o uso de jantes de 17” nas motos.

5. Os pneus poderão ter sulcos. Nesse caso a profundidade máxima é de 10 mm (na parte central do pneu). Os pneus de Motocross e de Enduro são proibidos.

6. O limite máximo de ruído dos veículos admitidos é de 98 décibeis.

7. Os veículos devem estar equipados com um recuperador para óleo e gasolina. A capacidade recomendada é de 250 cc. Os 4 tempos devem ter um sistema de reciclagem fechado, ou seja, os tubos de recuperação devem estar colocados no sistema de admissão.

8. Os recuperadores devem ser vazados no fim de cada sessão de treinos/corrida.

9. Os bujões de gasolina e óleo depois de fechados devem ser completamente estanques.

10. Todos os bujões devem estar freiados com arame.

11. O líquido de arrefecimento não pode conter aditivos.

12. Os veículos devem possuir um corta corrente.

13. As pastilhas de travão devem ser freiadas com arame.


Última edição por Ricky em Ter 20 Jan 2009, 10:28, editado 1 vez(es)

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:26

Troféu “Séries” de Supermoto

1. Definição
Será criado neste ano de 2009 um Troféu “Séries” de Supermoto, com o objectivo de captar novos pilotos para a modalidade. Este Troféu rege-se por este Regulamento no que diz respeito aos seus aspectos específicos e pelo Regulamento do Campeonato Nacional, nos restantes.

2. Classes
O Troféu “Séries” de Supermoto está a aberto aos seguintes motociclos de série:
101cc a 125cc 2 tempos
175cc a 25occ 4 tempos, refrigerados a óleo ou a ar

3. Participação
3.1. Podem participar pilotos, sem limite de idades, possuidores de uma Licença Desportiva Regional da FMP ou qualquer outra Licença Desportiva da FMP, U.E.M. ou F.I.M..
3.2. Os pilotos não poderão disputar este Troféu “Séries” por mais de 3 anos seguidos. Os pilotos que terminem o referido Troféu em 1º e 2º, lugar passam automáticamente para o Campeonato Nacional do ano a seguir.
3.3. As corridas são disputadas em conjunto e em simultâneo com o Campeonato Nacional de Supermoto, caso hajam menos de 8 pilotos.
3.4. A atribuição dos números de corrida é da responsabilidade da FMP. Os números serão brancos em fundo verde escuro e deverão estar de acordo com o Regulamento de Motocross.
3.5. As restantes condições de participação serão idênticas às do Regulamento do Campeonato Nacional Open de Supermoto., salvo o valor da inscrição que será de 20 Euros e não haverá lugar ao pagamento de prémios pecuniários.

4. Equipamento
É obrigatório a utilização de protecção constituído por capacete de todo-terreno, luvas de cabedal, fato de cabedal (mono peça ou em duas peças) ou fato de todo-terreno (desde que possua protecções rígidas nos ombros, cotovelos, peito, costas e joelhos), botas de competição (velocidade, todo-terreno, trial, etc.).

5. – Corridas
As corridas são compostas por duas mangas com a duração de 15’ mais 2 voltas.

6. Classificação
Este Troféu terá uma classificação separada do Campeonato Nacional. A Classificação Geral será apurada de acordo com as regras definidas para o Campeonato Nacional.

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:27

Troféu Nacional de Mini Supermoto

1. Definição
Este Troféu Nacional de Mini Supermoto, tem como o objectivo de captar novos pilotos para a modalidade. Este Troféu rege-se por este Regulamento no que diz respeito aos seus aspectos específicos e pelo Regulamento do Campeonato Nacional, nos restantes. Este Troféu Nacional disputa-se nos circuitos utilizados pelo Campeonato Nacional, com versões da parte de asfalto mais pequenas e mantendo-se a parte de terra sempre que possível.

2. Classes
O Troféu Nacional de Supermoto está a aberto a todos os mini-motociclos até 160cc.

3. Participação
3.1. Podem participar pilotos, sem limite de idades, possuidores de uma Licença Desportiva Regional da FMP ou qualquer outra Licença Desportiva da FMP.
3.2. A atribuição dos números de corrida é da responsabilidade da FMP. Os números serão brancos em fundo preto e deverão estar de acordo com o Regulamento de Motocross.
3.3. As restantes condições de participação serão idênticas às do Regulamento do Campeonato Nacional de Supermoto, salvo o valor da inscrição que será de 20 Euros e não haverá lugar ao pagamento de prémios pecuniários.

4. Limitações técnicas
4.1. É permitida todo o tipo de caixas de velocidades
4.2. As dimensões das rodas não poderão exceder as 12”
4.3. Os pneus terão de apresentar sulcos. Não são admitidos pneus slick.
4.4. Os pisa-pés têm de recolher.
4.5. A cabeça do motor deverá estar na posição horizontal.
4.6 As motos não poderão ter descanso central ou lateral.

5. Equipamento
É obrigatório a utilização de protecção constituído por capacete de todo-terreno, luvas de cabedal, fato de cabedal (mono peça ou em duas peças) ou fato de todo-terreno (desde que possua protecções rígidas nos ombros, cotovelos, peito, costas e joelhos), botas de competição (velocidade, todo-terreno, trial, etc.).

6. Classificação
Este Troféu terá uma classificação separada do Campeonato Nacional. A Classificação Geral será apurada de acordo com as regras definidas para o Campeonato Nacional.

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Ter 20 Jan 2009, 10:34

De aplaudir o novo Troféu "séries" de Supermoto!

Inscrição barata, motos baratas... tem tudo para o pessoal se iniciar nestas lides.... Ai se não fosse casado com responsabilidades financeiras, se calhar viam nesta categoria o meu nome!!! Very Happy

Assim sendo, PROCURO PATROCÍNIOS!!! Laughing Twisted Evil

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  Eduardo 7 em Qua 25 Fev 2009, 09:59

Eish...entre 50 e 1000cm3!!!

Posso inscrever a minha Varadero Twisted Evil Laughing Laughing Laughing

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  LuisPrates em Seg 02 Mar 2009, 12:11

Ricky escreveu:De aplaudir o novo Troféu "séries" de Supermoto!

Inscrição barata, motos baratas... tem tudo para o pessoal se iniciar nestas lides.... Twisted Evil

Onde viste o valor das inscrições?
e o preço da licença?
as motas podem ser modificadas ou são stock?

Por acaso gostava de ter mais info

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

Mensagem  RickyFMX em Seg 02 Mar 2009, 13:00

lfsgp escreveu:
Onde viste o valor das inscrições?
e o preço da licença?
as motas podem ser modificadas ou são stock?

Por acaso gostava de ter mais info

Bom, vamos descascar um pouco o Troféu “Séries” de Supermoto:

"Onde viste o valor das inscrições?"
3.5. As restantes condições de participação serão idênticas às do Regulamento do Campeonato Nacional Open de Supermoto., salvo o valor da inscrição que será de 20 Euros e não haverá lugar ao pagamento de prémios pecuniários.

"e o preço da licença?"
Penso que é 210€....
Vê aqui no site da Federação de Motociclismo de Portugal http://www.fnm.pt/fnm/artigo.asp?cod_artigo=153083

"as motas podem ser modificadas ou são stock?"
Não há muita informação disto... Por acaso também gostava de saber mais... Mas em principio são motos stock...
2. Classes
O Troféu “Séries” de Supermoto está a aberto aos seguintes motociclos de série:
101cc a 125cc 2 tempos
175cc a 25occ 4 tempos, refrigerados a óleo ou a ar

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Motos para o Troféu "Séries"

Mensagem  RickyFMX em Sex 06 Mar 2009, 17:33

Retirado da Federação de Motociclismo de Portugal:

"Por outro lado, em 2009 vai ser introduzida uma nova classe no "Nacional" de Supermoto, destinada a promover a modalidade junto dos mais jovens.

O Troféu "Séries", como o nome indica, será reservado a motos de série, habitualmente utilizadas na via pública. Dessa forma será possível captar jovens – muitos deles possuidores de grandes dotes de condução – para a prática de uma modalidade onde podem mostrar as suas capacidades, e na qual as limitações técnicas são a garantia de não haver uma escalada de custos, tornando-a numa importante porta de entrada no mundo da competição.

As motos admitidas a participar nesta nova classe, devem obedecer às seguintes especificações:

- Motos com uma cilindrada até 125cc a quatro ou dois tempos, com refrigeração por água ou ar, e motos até 250cc com refrigeração a ar ou por óleo.

- As motos deverão manter as características das fichas de homologação em termos de cilindrada, componentes do motor, quadro, suspensões, travões e estética.

- A preparação dos motores é livre, com excepção do aumento de cilindrada e utilização de componentes do motor não originais, como é o caso de cilindros que não os de série.

- É permitida a adopção de rodas de dimensões reduzidas para utilizar pneus específicos, para circular em pisos mistos.

- Não será permitida a utilização de pneus "slicks". Os pneus devem ser DOT, e nunca poderão ser utilizados pneus recortados à mão.

- Não será permitida a utilização de motos adaptadas de modelos de competição, como sejam as KTM SX 125, Yamaha YZ 125, Husqvarna CR 125, Honda CR 125 e Kawasaki KX 125, entre outras.

A título de exemplo e sem assumir carácter exaustivo, a seguir indica-se uma lista de modelos aptos a participar nesta nova classe. Os seguintes: AJP PR3 MX Pro; AJP PR4 125 Supermotard; AJPPR4 200 Enduro; Aprilia SX 125; Beta RR 125 4 T; Beta Alp 200; CH WXE Enduro 125; Derbi Mulhacén 125; Gas Gas Halley 125 SM; Husqvarna SM 125 S; i-Moto Tiger 125 SM; Malagutti X3M Motard 125; Rieju SMX 125; Rieju MRX 125; Suzuki DR 125 SM; Yamaha DT 125 R; Yamaha XTZ 125; Yamaha WR 125 X e R.

Como ficou claro, além dos já referidos existem mais modelos no mercado. Em caso de dúvida e para qualquer esclarecimento sobre a nova classe, os interessados devem contactar a Comissão de Supermoto, através do seguinte Email: fmp-acastro@netcabo.pt."

Fonte: http://www.fnm.pt/fnm/artigo.asp?cod_artigo=174002

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Motos para o Troféu "Séries"

Mensagem  MasteR em Sex 06 Mar 2009, 22:17

Eu podia meter.me nisso ! ahah

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Re: Regulamento Desportivo Supermoto

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